Palestra sobre blogs profissionais e corporativos em Florianópolis

Amanhã, no auditório da ACATE, a palestra “Blogs Profissionais e Corporativos: oportunidades de relacionamento na web” apresentada pelo jornalista, empresário, blogueiro e twitteiro Rodrigo Lóssio (@lossio).

Viva! Infelizmente, não há mais inscrições para o dia 22, mas com toda a demanda, abriu-se uma nova oportunidade no dia 28 de julho. E você pode se inscrever através do formulário no site da Dialetto.

A Polkadots apoia, participa, incentiva e reconhece atividades como esta. Estaremos presentes e dispostos a colaborar de maneira positiva para o fortalecimento do mercado catarinense e compartilhamento de nossas experiências.

Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail lossio@dialetto.com.br.

Datas: 22 de julho (LOTADO); 28 de julho (segunda)
Local: Auditório da ACATE (Assoc. Catarinense de Empresas de Tecnologia) - Andar Ático
Rua Lauro Linhares, 589 - Bairro Trindade.
Horário: 19 horas

Blogs profissionais e corporativos: oportunidades de relacionamento na web

O blog é a principal estrela da chamada Web 2.0 - a web social. Nesta palestra, empresários e profissionais catarinenses poderão conhecer as potencialidades do uso desta ferramenta por organizações de todos os portes e de diversas áreas de atuação. Serão apresentados os principais conceitos, funcionalidades, estratégias de relacionamento e benefícios dos blogs que tenham como objetivo a geração de oportunidades de negócios e de visibilidade. Casos de sucesso internacionais, nacionais e locais demonstram as vantagens na adoção desta ferramenta, alinhada às estratégias de marketing e comunicação.

Palestrante:
Rodrigo Lóssio é jornalista, blogueiro e diretor da Dialetto Comunicação Estratégica, especializada no atendimento a empresas e entidades do setor de tecnologia da informação e comunicação de Santa Catarina. Mantém há quatro anos o blog Impressão Digital (www.lossio.com.br) e desde o ano passado presta consultoria para implantação de blogs profissionais e corporativos, além de ser um entusiasta do assunto.

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Internet ultrapassa TV paga em investimento publicitário no Brasil

O investimento publicitário em internet cresceu 36% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a R$ 134,3 milhões. Com isso, pela primeira vez a internet recebeu mais recursos que a TV por assinatura no país. Os dados são do projeto Inter-Meios, que mede o faturamento dos veículos de comunicação.

A internet foi a mídia que mais cresceu, em termos percentuais, durante o período, mas ainda tem uma participação pequena frente a outros meios. No total, durante o primeiro trimestre de 2008, a internet ficou com uma fatia de 3,24% do bolo publicitário, contra 2,84% da televisão paga e 3,19% da mídia exterior.

Segundo a publicação especializada “Meio & Mensagem”, que faz o levantamento, esse índice era de 1,5% para a internet em 2003, quando o investimento em web começou a ser medido pela pesquisa.

É preciso ressaltar que essa ultrapassagem da internet em relação à TV por assinatura refere-se apenas aos primeiros três meses deste ano. Com a Olimpíada, marcada para agosto, os canais de esporte devem receber mais investimento publicitário, o que pode fazer com que a televisão paga se recupere.

Durante todo o período de 2007, as empresas usaram R$ 526,6 milhões em publicidade na internet, uma alta de 45,8% em relação a 2006. No ano passado, a mídia on-line ficou com 2,8% do investimento publicitário total, atrás da TV paga (3,4%) e praticamente empatado com a mídia exterior.

Nos primeiros três meses deste ano, a mídia que mais recebeu investimento publicitário foi a televisão aberta, que ficou com 58% dos recursos –um total de R$ 2,39 bilhões –, seguida pelos jornais, que receberam R$ 777,9 milhões. De acordo com o Inter-Meios, as empresas utilizaram R$ 4,1 bilhões em publicidade entre janeiro e março, ante R$ 3,6 bilhões no mesmo período de 2007.

Fonte: Folha Online

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Web 2.0 é nova fonte de insights para pesquisa de mercado

Estudo inédito do IBOPE mostra que redes sociais digitais podem ser importante fonte de informação sobre o relacionamento entre marcas e consumidores

O Brasil apresenta uma das maiores taxas de uso de blogs, sites de comunidades (Orkut, MySpace, Facebook) e de criação de conteúdo coletivo na internet mundial. Diante desse cenário, as empresas de pesquisa precisam estar preparadas para coletar e analisar as opiniões geradas pelos consumidores nesse ambiente, caso contrário, podem perder espaço para empresas oriundas do segmento de tecnologia. Esta é uma das conclusões do paper Blogs e Comunidades Online: pesquisa 2.0?, apresentado pelo IBOPE Inteligência no 3º Congresso Brasileiro de Pesquisa, que aconteceu em São Paulo nos dias 22, 23 e 24 de abril.

“Uma parcela crescente do uso da internet foge da lógica do modelo de transmissão de um para muitos e passa a ser baseada na transmissão de idéias, opiniões e conteúdo de muitos para muitos, constituindo-se em um rico espaço de informações sobre o comportamento dos consumidores e a atitude dos mesmos em relação às marcas”, afirma Marcelo Coutinho, autor do estudo e diretor de análise de mercado e de novos negócios do IBOPE Inteligência.

Segundo o executivo, diversas empresas nos EUA e na Europa já estão utilizando blogs e comunidades para afinar sua linha de comunicação, ou mesmo desenvolver novos produtos. O IBOPE entrevistou 14 gestores das áreas de marketing e comunicação de empresas brasileiras e verificou que esta prática já começa a aparecer ‘no radar’ das empresas nacionais, embora não tão consolidada quanto nos países onde a penetração da internet é mais elevada.

De acordo com pesquisa do Comitê Gestor da internet no Brasil, divulgada no início de abril, cerca de 40 milhões de brasileiros utilizam a rede regularmente. Deste total, 64% participam de sites de comunidades e 13% criam ou atualizam blogs.

O Brasil, como líder em horas de utilização da internet em domicílio, oferece muitas possibilidades para o desenvolvimento da pesquisa na web via observação desse tipo de site. Entretanto, por força da tradição, anunciantes, institutos e agências de publicidade assumem uma postura de controle em relação às pesquisas, pautando questionários e formatos. No cenário digital que vem se esboçando, contudo, um único consumidor bem articulado pode colocar “no centro do palco” problemas, percepções e questões que sequer constavam nos briefings das empresas de pesquisa.

“Existe muita resistência em experimentar novas metodologias e buscar novas práticas que não sejam necessariamente qualitativas ou quantitativas, mas uma mistura de ambas”, afirma o diretor do IBOPE Inteligência. Segundo o executivo, essa resistência pode repetir o fenômeno visto no segmento de geração de conteúdo, no início dos anos 90, quando as empresas jornalísticas acreditavam na idéia de que, como produtoras de conteúdo, estavam em posição privilegiada para usufruir das vantagens da web.

Na opinião de Coutinho, essas empresas demoraram para compreender que o mundo digital exige mais que um simples replicar de modelos de negócios tradicionais e, com isso, perderam sua posição privilegiada para empresas como Google, Microsoft, Facebook e outras. “Com a explosão de conteúdo houve uma valorização da capacidade de organizá-lo, mas não da capacidade de geração desse conteúdo, que cada vez mais fica por conta do usuário”, analisa Coutinho. “No fundo, estamos falando de coletar e analisar bits e bytes em um formato que pode parecer estranho para quem tem mais de 40 anos, mas é absolutamente natural para um adolescente”.

Alcance de comunidades online sobre total de internautas domiciliares

Fonte: IBOPE
Dica: Carlos Henrique (@deadrad)

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Alienação e Mercados

http://medias.lemonde.fr/mmpub/edt/ill/2005/10/15/h_4_ill_699932_05101624_debord+x1p1_ori.jpg

A partir deste mês de Abril, proporei um tema para reflexão, via comentários, twitter, e-mail, imagem, som, etc… Neste primeiro mês, recebi a dica da Lanie Marquez, produtora e ser criativo de Florianópolis. Falemos então sobre alienação e mercados.

Para os mais reducionistas, isto pode parecer um assunto marxista, mas acredito que com tantos anos passados, podemos concluir que não é nada disso. Tratemos de falar do nosso mundo, cheio de marcas, poderes e ignorância.

“O espetáculo na sociedade representa concretamente uma fabricação de alienação. A expansão econômica é principalmente a expansão da produção industrial. O crescimento econômico, que cresce para si mesmo, não é outra coisa senão a alienação que constitui seu núcleo original.

O homem alienado daquilo que produz, mesmo criando os detalhes do seu mundo, está separado dele. Quanto mais sua vida se transforma em mercadoria, mais se separa dela.”

(Guy Debord)

Aguardo a participação de todos. Valeu Lanie.

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